Terça-feira passada (21/11/05) teve o coquetel de comemoração de 10 anos da APDesign no Memorial do Rio Grande, aquele do lado do Santander. Estava legal, aquela coisa de evento de gente grande, um monte de profissional emperiquitado, terno, vestido, aquele social, todo mundo se cumprimentando, bate um papo, boca livre, salgadinhos diversos, vinho, chá (????); essas coisas...
Só eu e o Moisés de camisetas representando verdadeiramente a classe estudantil: de tênis, calça jeans e camiseta. O Renato, um profissional de mais de 70 anos de mercado, estava a caráter.
Um dia importante para toda comunidade de designers gaúchos, 10 anos de comprometimento com o profissional. De luta em defesa da profissão, da tão almejada regulamentação. Pode parecer papo de militante, mas é a verdade.
Parabéns APDesign. Em breve estarei trabalhando!
quinta-feira, novembro 24, 2005
quarta-feira, novembro 16, 2005
paredes de Buenos Aires
É sempre bom rever aquelas fotos antigas e recordar aqueles momentos de descontração nas viagens que fazemos pela faculdade. Quando fui pra Buenos Aires não pude deixar de tirar fotos de algumas dessas intervênções.



domingo, novembro 13, 2005
retorno do retorno
Finalmente, volto a escrever aqui. Motivado pelos meus colegas de subdomínio Moisés e Renato que já tem o seu conceituadissímo blog sobre design. Desde a primeira vez que coloquei um “site” no ar (isso faz tempo!!) se é que podia-se chamar de site aquelas tosqueras que fazia, nunca consegui atualizar algo por mais de 2 semanas, salvo o falecido Bolas na Mesa que não era só meu. Por enquanto o bar está totalmente manual, mas em breve (se ele viver) vou implementar um sistema de blog com aquelas frescurinhas de links e comentários e pah.
Já que estou recomeçando, cabe um pequeno histórico do bar. Há mais ou menos 2 anos quando pedi pro Moisés um espaço no www.untitled.art.br a idéia era fazer um site de apoio a faculdade de design. Notícias da faculdade, trabalhos de aula, agenda, bah, muita coisa. No papel a idéia era ótima, mas por incompetência e preguiça nunca foi publicado. Fiz uns 4 layouts, parecia tudo pronto, mas atualizar era o grande problema. Como sempre, só em pensar em atualizar já cansava. Essa é a 2ª versão do bar por incrível que pareça. Segunda temporária, ainda se fosse oficial, mas não houve nenhuma oficial. Talvez nunca haja, talvez essa seja a versão oficial. Curioso é eu ser um dependente da internet, que não não confia e odeia sua superficialidade. Por isso nada vai pra frente...
Outro dia estava escrevendo um comentário para um blog, que decidi não publicar. Acho que cabe ao momento.
“Inicio atráves desta mensagem a questionar a banalização de opiniões quando escritas em blogs. Jogadas ao mar da internet como mais um peixe esperando para ser pescado. Qual a importância do que escreve-se e publica-se nisso se o leitor poderá ou normalmente não em número expressivo e nem focado? Perde-se o público-alvo, onde fica a objetividade? Será que uma conversa num bar já não serviria para expor essas opiniões?"
Já que estou recomeçando, cabe um pequeno histórico do bar. Há mais ou menos 2 anos quando pedi pro Moisés um espaço no www.untitled.art.br a idéia era fazer um site de apoio a faculdade de design. Notícias da faculdade, trabalhos de aula, agenda, bah, muita coisa. No papel a idéia era ótima, mas por incompetência e preguiça nunca foi publicado. Fiz uns 4 layouts, parecia tudo pronto, mas atualizar era o grande problema. Como sempre, só em pensar em atualizar já cansava. Essa é a 2ª versão do bar por incrível que pareça. Segunda temporária, ainda se fosse oficial, mas não houve nenhuma oficial. Talvez nunca haja, talvez essa seja a versão oficial. Curioso é eu ser um dependente da internet, que não não confia e odeia sua superficialidade. Por isso nada vai pra frente...
Outro dia estava escrevendo um comentário para um blog, que decidi não publicar. Acho que cabe ao momento.
“Inicio atráves desta mensagem a questionar a banalização de opiniões quando escritas em blogs. Jogadas ao mar da internet como mais um peixe esperando para ser pescado. Qual a importância do que escreve-se e publica-se nisso se o leitor poderá ou normalmente não em número expressivo e nem focado? Perde-se o público-alvo, onde fica a objetividade? Será que uma conversa num bar já não serviria para expor essas opiniões?"
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